DOCUMENTO · EM DESENVOLVIMENTO

Práticas de revisão

Sete conjuntos publicados de pontos de revisão, 83 no total. Cada um confronta os próprios documentos de um órgão governado com o seu próprio instrumento de governança, usando registros que um membro ou o público já podem obter.

O passo 1 do ciclo de prestação de contas é documentar. Estes são os instrumentos que fazem essa documentação. São deliberadamente enfadonhos: um ponto de revisão é uma pergunta com um documento por trás e uma resposta que a encerraria.

Por que são publicadas

Uma revisão que outra pessoa não consegue repetir é uma afirmação, não uma constatação. Publicar os pontos antecipadamente significa que uma entidade pode ver o que lhe será perguntado antes de ser perguntada, que um membro pode fazer a mesma revisão sem nós, e que uma discordância sobre uma conclusão se torna uma discordância sobre um documento. Esse é o único tipo de discordância que vale a pena ter.

Cada prática é versionada junto com o restante da nossa Metodologia. Quando um ponto muda, toda revisão anterior que se apoiava nele é reaplicada e o número da versão avança.

O que estas revisões não são

  • Não é uma auditoria, um exame nem uma investigação no sentido de qualquer norma profissional, e não produz nenhuma asseguração.
  • Não é aconselhamento jurídico, contábil ou tributário. Ver os nossos Termos.
  • Um ponto de revisão que se resolva contra uma entidade é uma pergunta, não uma conclusão. Toda constatação publicada é concebida para indicar o documento de onde veio e a resposta que a encerraria.
  • Quando um pesquisador, fundador ou conselheiro da TASFGA for membro, parte ou denunciante num assunto relativo a uma entidade, a TASFGA não publica uma revisão dessa entidade. Ver Metodologia.

As sete práticas

De onde vieram

As práticas foram desenvolvidas diante de associações de comunidades residenciais, a área de foco fundacional da TASFGA e o setor onde a distância entre o que uma entidade divulga e o que os seus documentos de governança prometem é mais ampla e menos fiscalizada. A base de evidências de campo é publicada em condoscoopsnyc.org.

Elas se generalizam porque a falha se generaliza. Um órgão que não precisa conservar o registro, não precisa licitar o contrato e não precisa responder ao membro que pergunta é o mesmo órgão, governe ele um prédio, um distrito, um hospital ou uma profissão. Cada área de foco tem a sua própria adaptação, publicada separadamente.

Independência

A revisão de uma entidade não vale nada se quem revisa tem interesse no resultado. A Política de Independência proposta da TASFGA estabeleceria que não aceitará financiamento de entidades cuja conduta revise numa área de foco ativa. Todo pesquisador com interesse material numa entidade revisada seria impedido, e o impedimento registrado. Ver Transparência.

A TASFGA está em formação e ainda não foi constituída. Estas práticas são rascunhos publicados, não serviços oferecidos, e não há qualquer contratação disponível. Os membros de um órgão governado que queiram aplicá-las à sua própria entidade estão livres para fazê-lo.